Sexta-feira, 25 de abril de 2025
Por Redação O Sul | 19 de julho de 2023
O passaporte nacional abre portas, sem visto prévio, para 168 nações, como Suíça, Noruega, Maldivas, Coreia do Sul, Catar e Nova Zelândia.
Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilO Henley Passport Index, o ranking que classifica quais passaportes do mundo dão acesso a mais destinos sem necessidade de visto prévio, foi divulgado pela organizadora Henley&Partners. Depois de cinco anos, o Japão perdeu o primeiro posto, que foi conquistado pelo passaporte de Cingapura, o qual permite aos cidadãos visitar 192 destinos de viagem, de um total de 227, em todo o mundo sem visto prévio. O passaporte brasileiro ficou na 19ª posição, podendo visitar 168 países.
O segundo lugar é ocupado por Alemanha, Itália e Espanha, com 190 destinos na lista. Já o anteriormente vitorioso Japão agora se junta a outras seis nações – Áustria, Finlândia, França, Luxemburgo, Coreia do Sul e Suécia – em 3º lugar, com 189. O Reino Unido voltou para o 4º posto, depois de seis anos. Os Estados Unidos, por outro lado, deram sequência a uma queda contínua no índice, caindo mais duas posições para o 8º lugar – em 2014, o País era o vitorioso.
O passaporte brasileiro ficou na 19ª posição, podendo visitar 168 países sem a necessidade de emitir um visto prévio para entrar no território. O passaporte nacional abre portas para nações como Suíça, França, Espanha, Noruega, Bahamas, Maldivas, Coreia do Sul, Indonésia, Catar, Tunísia, Líbano, Nova Zelândia e outras centenas, além dos nove que também integram o Mercosul: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.
O índice é baseado em dados da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), que é considerado o maior banco de dados e informações sobre viagens. Ele compara o acesso sem visto de 199 passaportes diferentes a 227 possibilidades de viagem. Se nenhum visto for necessário, um ponto é dado ao passaporte. O mesmo se aplica se for possível obter um visto na chegada, uma permissão de visitante ou uma autoridade eletrônica de viagem (ETA) ao entrar no destino.
Segundo os organizadores, a tendência geral ao longo da história do ranking, que é feito há 18 anos, tem sido em direção a uma maior liberdade de viagem, com o número médio de destinos que os viajantes podem acessar sem visto quase dobrando de 58 em 2006 para 109 em 2023.