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Rio Grande do Sul UFRGS mantém suspensão de atividades acadêmicas. Nova data de retorno das aulas é 1º de julho

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Medida está em vigor desde 17 de maio, devido aos impactos das enchentes no Estado. (Foto: Cadinho Andrade/Arquivo UFRGS)

Em portaria assinada nessa quinta-feira (13), o reitor Carlos André Bulhões prorrogou até 1º de julho a suspensão de aulas e demais atividades acadêmicas presenciais ou remotas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O motivo são os impactos das enchentes de maio no Estado. Trata-se do segundo adiamento da retomada, que chegou a ser prevista para as datas de 1º e 15 de junho.

Já o retorno presencial dos professores e servidores técnico-administrativos e docentes foi fixado para a próxima segunda-feira (17 de junho). “A medida não se aplica aos funcionários afetados pelo desastre climático que impacta Porto Alegre e a Região Metropolitana.

Quem ainda enfrenta dificuldades para acessar o local de trabalho poderá desempenhar tarefas à distância, desde que suas condições de trabalho também não tenham sido impactadas pela catástrofe.

A UFRGS – que completou 90 anos em março – possui quatro campi em Porto Alegre (Centro, Saúde, Olímpico e do Vale), além de Tramandaí (Litoral Norte). Todas são abrangidas pela portaria dessa quinta-feira.

Greve

A informação foi divulgada pelo site ufrgs.br, que não menciona a greve dos professores e técnicos-administrativos da instituição. O movimento prossegue há quase um mês, acompanhando decisão tomada pela categoria em âmbito nacional.

Os braços estão cruzados em 60 universidades e 39 institutos federais de ensino básico, profissional e tecnológico estão em greve desde o dia 15 de abril. Balanços das entidades mostram que a paralisação alcança mais de 560 unidades de ensino de 26 Estados.

Dentre as reivindicações estão a recomposição dos salários em 4,5% ainda neste ano. O governo, por sua vez, oferece aumentos de 13,3% a 31% até 2026, com os reajustes começando no ano que vem. As categorias que recebem menos terão os maiores aumentos. Quem ganha mais terá menor reajuste.

A continuidade da paralisação foi questionado no início desta semana pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cujas origens políticas estão ligadas a movimentos sindicais no ABC Paulista,

“O montante de recursos que o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos colocou à disposição não é recusável. Eu só quero que levem isso em conta porque estamos falando em universidades e institutos federais, com alunos à espera de voltar às aulas”, discursou o chefe do Executivo ao anunciar a criação de um campus da UFRGS em Caxias do Sul (Serra Gaúcha) no ano que vem.

(Marcello Campos)

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