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Geral Definidos os deputados que vão analisar as denúncias contra Jardel

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Parlamentares debatem critérios para indicação à subcomissão. (foto: Marcelo Bertani/ AL-RS)

A Comissão de Ética Parlamentar definiu os nomes dos três parlamentares que integrarão a subcomissão processante incumbida de analisar denúncias contra o deputado Mário Jardel (PSD). São eles: Sérgio Turra (PP), Jeferson Fernandes (PT) e Tiago Simon (PMDB), indicados pelas respectivas bancadas.

A escolha estava prevista para ocorrer na semana passada, porém, o critério gerou impasse entre os deputados. Prevaleceu, por fim, o da proporcionalidade, segundo o qual as maiores bancadas prioritariamente indicam seus representantes.

Estiveram presentes os deputados Juliano Roso (PCdoB), presidente da Comissão de Ética, Aloísio Classmann (PTB), Sérgio Turra (PP), Marlon Santos (PDT), Jorge Pozzobom (PSDB), Marcel van Hattem (PP), Liziane Bayer (PSB), Stela Farias (PT), Enio Bacci (PDT), Tiago Simon (PMDB) e Gilberto Capoani (PMDB), além do deputado Mário Jardel (PSD).

O caso

O deputado Jardel é suspeito de integrar um suposto esquema para troca de cargos por votos em projetos da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. A transcrição de áudios com a trama foi divulgada pelo presidente da Comissão de Ética da Assembleia, Juliano Roso (PCdoB).

“Temos as transcrições do MP [Ministério Público]. O que aparece no dia da votação das RPVs [requisições de pequeno valor], é a transcrição do diálogo de dois assessores preocupados que o deputado ainda não havia aparecido para votar”, afirmou Roso.

Segundo Roso, os documentos do MP levantam indícios de que o parlamentar e ex-jogador do Grêmio recebeu ainda dez cargos comissionados no governo, sendo um fantasma, para votar a favor dos projetos protocolados pelo Executivo na Assembleia. Em setembro, o voto do deputado do PSD foi considerado decisivo para a aprovação do aumento das alíquotas do ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) pelo período de três anos – projeto considerado essencial para o governo gaúcho. Jardel apoia o governo Sartori, mas na ocasião disse que estava indeciso sobre o voto.

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