Sexta-feira, 31 de janeiro de 2025
Por Redação O Sul | 7 de abril de 2017
Os Estados Unidos atacaram a Síria na noite desta quinta-feira (6), lançando 59 mísseis tomahawks em um intervalo de poucos minutos contra a base militar aérea de Al Shayrat, na Síria, atacando o regime de Bashar Al-Assad. Os disparos foram dados de navios no Mar Mediterrâneo como uma resposta ao ataque com armas químicas em Idlib.
A emissora pública estatal da Síria classificou a ação como uma “agressão norte-americana”, de acordo com a agência de notícias russa Sputnik. O ataque teria evitado postos de atuação de militares russos, conforme informou o Pentágono à agência de notícias russa.
Até o momento, os Estados Unidos realizavam ações na Síria contra o EI (Estado Islâmico) e por meio de bombardeios aéreos também no Iraque, com o apoio de uma coalizão internacional.
Os disparos desta quinta-feira, porém, foram diretamente contra o regime sírio, e representam uma mudança na política externa dos EUA com o governo de Donald Trump, além de ser a ordem militar mais dura emitida pelo magnata desde que tomou posse.