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Aprovação de Lula chega a 54% e volta a se descolar da reprovação, de 43%, aponta pesquisa

Assessoria afirma que “tudo que o presidente recebeu na Presidência está catalogado conforme legislação”. (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

O trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é aprovado por 54% dos brasileiros e reprovado por 43%, aponta pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (10). Outros 4% não sabem ou não responderam. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

O resultado indica que a aprovação do petista voltou a se descolar da reprovação. Em maio, os percentuais eram de 50% e 47%, respectivamente, o que apontava empate técnico entre os dois indicadores.

A pesquisa ouviu 2 mil pessoas com 16 anos ou mais em 120 municípios brasileiros, entre os dias 5 e 8 de julho. O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos.

A aprovação de Lula entre os eleitores com renda familiar de até 2 salários mínimos subiu de 62% para 69% em relação à última pesquisa, e a reprovação caiu de 35% para 26% – a margem de erro nesse grupo é de 4 pontos percentuais. Com o movimento, o presidente passou a ter uma aprovação 43 pontos maior do que a reprovação.

No eleitorado evangélico, Lula continua mais reprovado do que aprovado: 52% contra 42%. A diferença de 10 pontos, entretanto, é a menor desde outubro de 2023 e está em tendência de queda desde fevereiro de 2024, quando a reprovação do presidente atingiu o ápice nesse grupo, com 62%, e a reprovação, o piso (35%). A margem de erro é de 4 pontos.

Entre os eleitores com ensino fundamental completo, a aprovação passou de 60% para 65%, e a reprovação, de 37% para 30% (a margem de erro é de 4 pontos) – a diferença entre os dois indicadores em julho, de 35 pontos, é a segunda maior desde o início do mandato.

Houve queda da reprovação do trabalho de Lula entre homens e mulheres, segundo a Quaest. No público feminino, a reprovação passou de 44% para 39%, enquanto no masculino saiu de 51% para 45%. A aprovação oscilou dentro da margem de erro: no público feminino, passou de 54% para 57% e no masculino foi de 47% para 50%.

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