Quinta-feira, 03 de abril de 2025
Por Redação O Sul | 25 de setembro de 2024
Infelizmente, apesar das mudanças estratégicas e da vontade de vencer, o resultado final foi um empate sem gols.
Foto: ReproduçãoA expectativa era imensa para o confronto contra o Criciúma, especialmente depois da vitória suada contra o Racing, da Argentina, na última quinta-feira pela Copa Sul-Americana. O Furacão enfrentou o Tigre no Estádio Heriberto Hülse, em Santa Catarina, pelo Campeonato Brasileiro. Mesmo os torcedores mais apaixonados que usam o código promocional para apoiar seu time não esperavam esse resultado. Infelizmente, apesar das mudanças estratégicas e da vontade de vencer, o resultado final foi um empate sem gols.
Ausências e Retornos
A primeira grande notícia do pré-jogo era o retorno de Esquivel. O lateral, que cumpriu suspensão no último jogo da Sul-Americana, voltou ao time e era esperado que trouxesse mais estabilidade defensiva e força no ataque pelos flancos. Ele realmente fez uma boa partida, participando ativamente tanto na defesa quanto no apoio ao ataque.
Por outro lado, a ausência de Canobbio foi um balde de água fria. O atacante, que recebeu o terceiro cartão amarelo na rodada anterior do Brasileirão, não pôde entrar em campo. Sua ausência foi sentida, afinal, ele tem sido uma das peças mais criativas e incisivas do nosso ataque.
Além das suspensões, o desgaste físico também foi um fator a ser considerado. O intervalo entre os jogos da Sul-Americana e do Brasileirão foi curtíssimo, e isso afetou o rendimento de alguns jogadores. O meio-campista Bruno Zapelli, por exemplo, que havia sido substituído contra o Racing devido a dores no tornozelo, não estava em condições ideais e ficou de fora desta partida.
Essa situação forçou a comissão técnica a repensar a escalação e poupar alguns atletas. Em um campeonato longo e cheio de desafios como o Brasileirão, a gestão do elenco é fundamental para evitar lesões mais graves e manter a competitividade ao longo da temporada.
O Jogo
Com todas essas mudanças, a escalação do Athletico para enfrentar o Criciúma foi: Mycael; Erick, Thiago Heleno (Gamarra), Kaique Rocha, Esquivel; Gabriel, Christian (Praxedes), João Cruz; Cuello, Julimar (Pablo) e Mastriani. Apesar das modificações táticas e de elenco, o Furacão entrou em campo com disposição e determinação.
Apesar do empate em 0-0, o jogo foi cheio de oportunidades. Ambas as equipes tiveram chances claras de abrir o placar. Um momento de destaque foi a tentativa de cabeçada de Christian, do Athletico Paranaense, nos acréscimos, que passou por cima do travessão. Era a chance de ouro para garantir a vitória, mas, infelizmente, a bola não encontrou o fundo das redes.
Desempenho na tabela
Com o empate, o Athletico Paranaense acumula agora 31 pontos em 25 jogos, ocupando a 13ª posição no campeonato. É uma colocação que exige uma resposta rápida e eficiente nas próximas rodadas para subir na tabela. Já o Criciúma, com o ponto conquistado, chega aos 29 pontos em 26 partidas, e ocupa a 16ª posição, o que o coloca em posição de alerta nas partes mais baixas da tabela.
Olho no Desempenho
O empate evidenciou que, apesar das mudanças táticas e das tentativas de rotação do elenco, o Athletico não conseguiu superar o Criciúma fora de casa. É um resultado que deixa um gosto amargo, considerando que os três pontos eram fundamentais para melhorar nossa posição na tabela do Campeonato Brasileiro.
Martín Varini ainda está ajustando os detalhes da equipe, e os desafios das próximas rodadas serão cruciais para ver se as apostas nos jovens talentos e nos ajustes táticos irão render frutos.
Próximos desafios
Agora, as atenções se voltam para quinta-feira, quando enfrenta novamente o Racing, desta vez em Avellaneda, na Grande Buenos Aires. Será mais um teste de fogo para o elenco e uma chance de garantir a classificação na Copa Sul-Americana.