Quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025
Por Redação O Sul | 25 de setembro de 2018
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editorias de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
Na entrevista de 26 minutos que concedeu ontem ao jornalista Augusto Nunes, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) reafirmou que, se eleito, nomeará o deputado federal gaúcho Onyx Lorenzoni para chefiar a Casa Civil da presidência da República. Onyx tem sido até aqui, o principal articulador de Bolsonaro na área política.
Marina cai e demite pessoal
A presidenciável Marina Silva (Rede), diante do fraco desempenho mostrado pelas pesquisas, começa a agir, aliviando custos da campanha: afastou dois cinegrafistas e a produtora de audiovisual que atuou nas últimas agendas da candidata à Presidência nas eleições 2018.
Sitio do inventário de D. Marisa está em nome de outra pessoa
A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva anexou ao processo de partilha de bens dele e de dona Marisa no inventário corre na 1.ª Vara de Família e Sucessões da Comarca de São Bernardo do Campo, certificado de cadastro de imóvel rural vizinho ao sítio Los Fubangos, no ABC paulista, como sendo do petista. O problema é que o imóvel está em nome de outra pessoa. Advogados de Lula dizem que não sabem explicar por que a propriedade está registrada em nome de outra pessoa, identificada como Henrique Cuzziol, conforme a própria defesa informou à Justiça em outubro, nem quem ele é.
Doações a Sartori
Itacir Flores, presidente da Junta Comercial, é autor da maior doação à campanha do governador José Ivo Sartori: doou R$ 15 mil. O vice-governador José Paulo Cairoli, Euzébio Ruschel e Aldo Meneguzzi Júnior, deram, cada um, R$ 10 mil à campanha. Somados, secretários e cargos de confiança já doaram cerca de R$ 100 mil à campanha do governador.
Reforma da Previdência no radar do governo
O presidente Michel Temer reafirmou ontem em Nova York o que o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, já havia antecipado a esta coluna: o governo, passadas as eleições, deve retomar a articulação para votar a reforma da Previdência. O presidente foi enfático: “quero anunciar que, passadas as eleições, buscarei fazer a reforma da Previdência. O déficit previdenciário é elevado demais. Não podemos legar, a nossos filhos e netos, um sistema de Previdência sob ameaça, nem um orçamento que seja quase todo tomado por gastos previdenciários”.
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