Sábado, 05 de abril de 2025
Por Redação O Sul | 13 de janeiro de 2024
O dólar fechou a semana em R$ 4,85, atingindo o menor valor do ano. A moeda norte-americana apresentava uma leve queda em relação ao real na sexta-feira, com os investidores atentos ao aumento do petróleo no mercado global, resultado do agravamento das tensões no Oriente Médio. As expectativas em relação à inflação nos Estados Unidos (EUA) também estão sendo acompanhadas após o índice de preços ao consumidor superar as projeções nessa semana.
A moeda caiu 0,08% no início de sexta, cotada a R$4,8716 para venda. Essa queda ocorre após o dólar ter fechado a quinta com uma desvalorização de 0,34%, cotado a R$4,8755 na venda.
O Banco Central e a venda de contratos de swap cambial tradicional – Para esta sessão, o Banco Central planeja realizar um leilão de até 16 mil contratos de swap cambial tradicional com intuito de rolar o vencimento de 1° de março de 2024.
A conjuntura econômica atual traz reflexões para os investidores. É um dia decisivo para as estratégias de investimento, dado que os dados de inflação podem influenciar de diferentes maneiras. Portanto, é importante entender como essas mudanças no mercado podem afetar diretamente o bolso do consumidor.
Os efeitos contínuos e conflitantes do cenário internacional sobre a economia interna demonstram a importância de ter uma compreensão completa destes temas ao fazer investimentos ou ao planejar despesas futuras.
Resumindo, os investidores devem continuar de olho na movimentação do mercado. O comportamento internacional, principalmente com a valorização do petróleo devido às crescentes tensões no Oriente Médio, influencia diretamente na relação entre o dólar e o real. Além disso, a possível mudança em relação à inflação nos EUA pode trazer impactos importantes para a economia brasileira.
Próximas movimentações
Agora, o mercado financeiro aguarda as próximas movimentações do Banco Central sobre os contratos de swap cambial tradicional. Essas ações podem impactar o curso do dólar frente ao real e são elementos cruciais para a tomada de decisões dos investidores. Como sempre, a palavra-chave continua sendo cautela, na medida em que o cenário econômico se mostra cada vez mais imprevisível e volátil.
O que movimentou os mercados
Os preços ao produtor dos Estados Unidos caíram em dezembro, em meio a um declínio no custo dos produtos, enquanto os preços dos serviços permaneceram inalterados, o que é um bom presságio para uma inflação mais baixa nos próximos meses.
O índice de preços ao produtor para a demanda final caiu 0,1% no mês passado, informou o Departamento do Trabalho dos EUA. Além disso, os dados de novembro foram revisados para mostrar que o índice caiu 0,1%, em vez de ficar inalterado.
Nos 12 meses até dezembro, o índice aumentou 1%, depois de avançar 0,8% em novembro. Economistas consultados pela Reuters previam alta de 0,1% dos preços ao produtor.
Após os dados, as expectativas dos investidores quanto a um corte de 25 pontos-base na taxa de juros em março subiram de 66,3% para quase 78%, de acordo com a ferramenta FedWatch do CME Group.
No Brasil, foi divulgada a Pesquisa Industrial Mensal Regional (PIM Regional), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na média brasileira, a indústria cresceu 0,5% em novembro, com avanço em nove dos 15 locais pesquisados.
As ações europeias subiam nessa sexta-feira, com os investidores olhando para além da escalada do conflito no Oriente Médio, animados com as perspectivas de corte de juros pelo Banco Central Europeu (BCE). O índice STOXX 600 subia 0,75%, para 476,30 pontos, após uma queda de 0,8% na sessão anterior.