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Brasil Governo federal e governo de São Paulo entram em guerra lançando vacinas: após a Butanvac, nova vacina do Butantan, ministro anuncia pedido na Anvisa para testar outro imunizante brasileiro

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Segundo Pontes, os desenvolvedores da vacina começaram ainda em 13 de fevereiro a enviar documentos à Anvisa. (Foto: Anderson Riedel/PR)

O ministro de Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, anunciou que uma candidata a vacina contra a covid-19 apoiada pelo governo federal solicitou na quinta-feira (25) a autorização para testes em voluntários.

O anúncio foi feito na tarde desta sexta (26), horas depois de o governo de São Paulo divulgar que vai pedir à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a permissão para o início dos testes clínicos da Butanvac, vacina criada pelo Instituto Butantan.

“Do meu ponto de vista, não tem nada a ver um fato com o outro porque nós temos trabalhado nisso. Eu tenho anunciado aqui a sequência do trabalho com as vacinas nacionais por bastante tempo”, afirmou o ministro.

“Deve ter sido uma coincidência aí que ele [o governador João Doria] apresentou em São Paulo essa outra possibilidade. O que é bom para o País. A gente precisa ter várias vacinas nacionais”, disse Pontes, sem citar o Butantan ou a Butanvac.

Segundo o ministro, a candidata a vacina é desenvolvida por empresas do setor em parceria com a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP). A instituição de ensino é mantida pelo governo do estado de São Paulo. O nome do imunizante é Versamune-CoV-2FC.

As iniciativas do Butantan e do grupo citado pelo ministro da Ciência já eram monitoradas e estavam acompanhadas ainda de pesquisas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Protocolos monitorados

Pontes afirmou que o governo federal apoiou 15 protocolos de pesquisa de novas vacinas contra a covid-19 e que uma delas, desenvolvida a partir de pesquisa em universidade do governo de São Paulo, está em estágio mais avançado.

“Três dessas vacinas avançaram nos pré-testes e agora elas estão entrando na fase dos testes clínicos. […] Uma dessas vacinas já tem o protocolo registrado na Anvisa para testes clínicos”, disse Pontes, que exibiu uma folha de papel para comprovar o pedido.

Segundo Pontes, os desenvolvedores da vacina começaram ainda em 13 de fevereiro a enviar documentos à Anvisa e, às 13h23 desta quinta, pediram autorização para testes clínicos fases 1 e 2.

A Anvisa confirmou o recebimento do pedido feito pela empresa Farmacore e disse que “a análise considerará a proposta do estudo, o número de participantes e os dados de segurança obtidos até o momento nos estudos pré-clínicos que são realizados em laboratório e animais”.

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