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Insumos para produção de 5 milhões de doses da CoronaVac chegam nos próximos dias, diz Bolsonaro

A Indonésia rastreou 128.290 profissionais de saúde na capital Jacarta, de janeiro a março, e descobriu que a vacina protegeu 98% deles da morte. (Foto: Cristine Rochol/PMPA)

O presidente Jair Bolsonaro afirmou pelo Twitter, na tarde desta segunda-feira (25), que a Embaixada da China informou o governo federal sobre a aprovação do envio dos insumos necessários para a produção do próximo lote de doses da CoronaVac, imunizante da farmacêutica chinesa Sinovac produzida no Brasil pelo Instituto Butantan. A liberação deve ocorrer nos próximos dias.

“Embaixada da China nos informou, pela manhã, que a exportação dos 5.400 litros de insumos para a vacina Coronavac, aprovada e já estão em vias de envio ao Brasil, chegando nos próximos dias (sic)”, escreveu Bolsonaro em sua página no Twitter.

Conforme já havia sido informado pelo Butantan, 5,4 mil litros de insumos são suficientes para a produção de em torno de 5 milhões de doses do imunizante.

O Butantan também já havia demonstrado preocupação com a possibilidade de ficar sem o insumo ativo para dar continuidade à fabricação da vacina. Os já importados terminarão no fim de janeiro.

Segundo Bolsonaro, o processo de importação dos insumos para a vacina de Oxford/AstraZeneca, produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz, também estão com a liberação “acelerada”.

Diplomacia

Também pelo Twitter Bolsonaro agradeceu a “sensibilidade” do governo chinês. Em ocasiões anteriores, Bolsonaro, seus filhos e mesmo outros membros do governo postaram críticas ao país asiático e puseram em dúvida a segurança dos imunizantes produzidos na China.

A turbulência diplomática chegou a ser considerada como uma das razões para a demora na China na liberação da exportação da matéria-prima.

Bolsonaro agradeceu ainda o “empenho” dos ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Eduardo Pazuello (Saúde) e Tereza Cristina (Agricultura) pelas negociações com a China.

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