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Notícias Messenger pode voltar para o aplicativo do Facebook

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A rede social está testando a mudança. (Foto: Reprodução)

Em breve, o Facebook pode colocar o Messenger de volta ao aplicativo geral do Facebook – a empresa está testando a mudança. A informação foi revelada no Twitter pela pesquisadora Jane Manchun Wong, que costuma antecipar novos recursos de redes sociais explorando os códigos dos aplicativos. Com a integração, o aplicativo de mensagens funcionaria dentro da plataforma da rede social – hoje, quando você clica no botão de mensagens do Facebook, o Messenger é aberto em um aplicativo independente.

Segundo a pesquisadora, a aba de mensagens dentro do aplicativo do Facebook não terá todas as funções existentes no Messenger. Com a integração, ainda será preciso abrir o aplicativo independente do Messenger para fazer ligações e enviar fotos.

Nem sempre o aplicativo de mensagens do Facebook teve um aplicativo separado da rede social. Em 2011, quando o Messenger surgiu, ele era uma aba dentro do Facebook. Foi só em 2014 que a empresa resolveu criar um aplicativo separado para o recurso.

Esse teste de integração pode estar relacionado a um novo plano do Facebook. Em janeiro, o presidente executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, revelou que pretende integrar os três serviços de mensagens da empresa – o WhatsApp, o Instagram e o Facebook Messenger. A ideia é que os serviços sigam funcionando como aplicativos separados, mas tenham a mesma infraestrutura de mensagens, incluindo o uso de criptografia de fim-a-fim, hoje presente apenas no WhatsApp.

Facebook quer deixar de mostrar perfis de usuários mortos

Há notificações no Facebook que são lembretes nada bem-vindos para quem teve perdas sofridas. É o caso de uma recomendação para adicionar como amigo um primo que já morreu; um vídeo comorando amizade com um irmão que morto há anos ou ainda uma sugestão para desejar Feliz Aniversário para um irmão que faleceu. Embora o Facebook tenha surgido como uma ferramenta excelente para preservar lembranças amadas de amigos e familiares que partiram, ele também tem feito estas e outras notificações funestas e inesperadas.

Na terça-feira, a rede social anunciou várias mudanças para amenizar a dor dos usuários, informando que agora está usando a inteligência artificial “para minimizar experiências que podem ser dolorosas”, segundo Sheryl Sandberg, diretora executiva operacional do Facebook em um comunicado postado no site da companhia.

“Utilizamos a inteligência artificial para evitar mostrar coisas que podem gerar desconforto, como recomendar que a pessoa falecida seja convidada para eventos ou enviar lembretes de aniversário para seus amigos”, disse ela. “Estamos trabalhando para melhorias e rapidez neste assunto”.

O anúncio foi feito no momento em que o Facebook se defronta com uma investigação envolvendo a disseminação de nacionalismo branco nas suas plataformas, por não proteger adequadamente dados dos usuários, além de permitir a interferência estrangeira em eleições.

O esforço da rede para melhor administrar as notificações envolvendo pessoas já falecidas parece sensato. Mas não é um exercício trivial para a empresa que há anos tem lutado com a chamada “vida após a morte digital”.

Muitos usuários têm reportado que perfis de amigos ou familiares mortos foram pirateados ou usados para distribuição de spans. Em 2014 a companhia pediu desculpas depois de uma postagem “Ano em Revista” mostrar o rosto da filha falecida de um homem. Na época a informação foi dada pelo jornal The Washington Post.

“O fenômeno no caso é que a vida é transitória e o Facebook não”, disse Pamela Rutledge, diretora do Media Psychology Research Center, entidade sem fins lucrativos com sede na Califórnia.

Depois que uma pessoa morre, um amigo ou familiar pode pedir que o perfil da pessoa seja desativado ou se converta em “memorial” no caso de o indivíduo falecido não ter solicitado que sua conta fosse deletada permanentemente após sua morte. No caso de uma conta transformada em “memorial” ela é convertida num perfil especial onde podem ser prestados tributos ou ser vistas postagens de quando a pessoa ainda estava viva.

Há centenas de contas com esse perfil, disse a companhia. Mas esses perfis nem sempre permanecem como “memorial”. “Já ouvimos pessoas afirmarem que solicitar uma conta memorial é uma medida importante que nem todos estão prontos a tomar de imediato”, afirmou Sandberg.

Isto significa que muitos perfis de pessoas falecidas continuam ativos e cuja morte não foi informada para o Facebook. Essas contas continuam a gerar notificações em páginas de outras pessoas lembrando aniversários ou convites para eventos.

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https://www.osul.com.br/messenger-pode-voltar-para-o-aplicativo-do-facebook/ Messenger pode voltar para o aplicativo do Facebook 2019-04-13
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