Sábado, 05 de abril de 2025
Por Redação O Sul | 2 de maio de 2021
O Ministério da Saúde recebeu na madrugada deste domingo (2) mais um lote com 1,7 milhão de doses da vacina Covishield, desenvolvida pela universidade de Oxford e o laboratório AstraZeneca, contra a covid-19, que desembarcou no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, por volta de 4h20.
As 1.735.200 doses que chegaram na madrugada deste domingo se juntam às 220,8 mil doses que o ministério recebeu no sábado (1º). Esses imunizantes fazem parte de um lote mais amplo, com 3,9 milhões de doses, que foi completamente entregue ao governo brasileiro às 16h deste domingo, na presença do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que receberá mais 2 milhões de doses.
As doses foram disponibilizadas pelo Consórcio Covax Facility, iniciativa liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que tem como objetivo garantir o acesso mais igualitário às vacinas no mundo.
As vacinas foram fabricados pela multinacional Catalent, na Coreia do Sul.
Uma cerimônia para receber as 2 milhões de doses tinha na programação a presença do ministro da Saúde, a presença da representante da Organização Panamericana da Saúde (OPAS) no Brasil, Socorro Gross.
O desembarque dos produtos aconteceu no aeroporto de Guarulhos, na Grande SP, por ser perto de onde fica a coordenação de armazenagem e distribuição logística de insumos estratégicos para a saúde (COADI), do Ministério da Saúde. Em seguida, os imunizantes seriam distribuídos aos estados e municípios, conforme o Plano Nacional de Imunização (PNI).
Na noite da última quinta-feira (29), o primeiro lote com 1 milhão de doses da vacina da Pfizer/BioNTech chegou ao centro de distribuição do Ministério da Saúde. O contrato da farmacêutica com o governo federal é de 100 milhões de doses.
O caminhão estava acompanhado de uma forte escolta da Polícia Federal. As doses serão distribuídas entre as capitais do país. As 135.750 doses da Pfizer que ficarem na cidade de São Paulo serão utilizadas na vacinação do grupo de 60 a 62 anos, no dia 6 de maio.
O Brasil recebeu esse 1º lote do imunizante com 4 meses de ‘atraso’. O montante faz parte da proposta recusada pelo governo em meados de 2020, que previa início das entregas ainda em dezembro 2020, se o País tivesse aceitado a primeira proposta da farmacêutica em meados do ano passado.