Domingo, 06 de abril de 2025
Por Redação O Sul | 30 de agosto de 2019
Algo um tanto quanto inusitado aconteceu com o ministro da Educação nessa sexta-feira (30). Ao enviar um ofício para o ministro da Economia, Paulo Guedes, Abraham Weintraub cometeu erros crassos de português. No ofício, ele explica que as verbas previstas para a Educação em 2020 são insuficientes e alerta para o risco de “paralização”. Além disso, o ministro também cita “suspenção” de pagamentos. A grafia correta das palavras é paralisação e suspensão.
O texto tinha o objetivo de pedir mais recursos para a educação. Weintraub afirma no documento de oito páginas que o orçamento previsto, de R$16,2 bilhões, é menor do que o necessário para a manutenção das atividades da pasta, e pede um acréscimo de R$9,8 bilhões. O ministro ainda detalha quais atividades podem ser paralisadas, caso não haja aumento de verbas previstas. Entre elas estão obras da Educação Básica, Programas de Bolsa-Permanência e Bolsa Prouni, Custeio das Universidades e Institutos e Concessão de Bolsas de Estudos no Ensino Superior.