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Geral Ministro do Supremo Alexandre de Moraes determina que o Facebook cancele o perfil do ex-ministro da Justiça de Bolsonaro Anderson Torres, que foi alvo de hacker

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O ex-ministro está proibido de usar as redes sociais. (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes determinou na quinta-feira (11) o cancelamento da conta no Facebook do ex-secretário de segurança pública do DF (Distrito Federal) e ex-ministro da Justiça Anderson Torres. A decisão ocorre quase três meses depois da solicitação de Torres por uma invasão ao perfil dele. Em abril, o ex-ministro, que está proibido de usar as redes sociais, também comunicou que suas fotos do perfil alteradas por montagens “absolutamente grosseiras”.

No entanto, segundo a decisão do ministro, Moraes indeferiu o pedido da defesa para flexibilizar as medidas cautelares impostas a Torres. Com isso, ele continua proibido de deixar o Distrito Federal, continua com o uso da tornozeleira eletrônica e com passaporte e documentos de porte de arma de fogo cancelados.

Torres é investigado por omissão nos atos extremistas de 8 de janeiro de 2023. No primeiro depoimento à Polícia Federal, em 18 de janeiro do ano passado, Anderson Torres permaneceu calado. Em 3 de fevereiro, ele aceitou depor e falou por cerca de dez horas sobre os atos de extremismo em Brasília e afirmou que houve “falha grave” da atuação da Polícia Militar do DF naquele dia.

O ministro afirmou que a decisão foi tomada “para evitar maiores prejuízos ao investigado”. No parecer, Moraes ainda aponta que as medidas cautelares “se mostravam, e ainda revelam-se, necessárias e adequadas”, por esse motivo, não existe razão “para a modificação das medidas cautelares impostas, pois inalterados os requisitos fáticos que motivaram a sua imposição”.

Na época em que a conta de Torres foi hackeada, a defesa do ex-ministro afirmou que houve mudança na foto de perfil e que entre as fotos publicadas, as montagens davam a entender que Anderson exerceria a função de médico.

8 de Janeiro

Na época dos atos, Torres era secretário de Segurança Pública do DF e tirava folga em Orlando, nos Estados Unidos, a mesma cidade onde o ex-presidente Jair Bolsonaro estava à época. Torres foi preso no Aeroporto de Brasília, ao desembarcar na capital federal. Ele ficou detido em um batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal.

Quando liberou Torres para prisão domiciliar, o ministro Alexandre de Moraes determinou a suspensão do porte de arma de fogo e proibiu a saída dele do Brasil. O ex-ministro também não pode usar redes sociais nem manter contato com outros investigados no inquérito sobre o 8 de Janeiro. Ele deve, ainda, permanecer afastado do cargo de delegado da Polícia Federal. As informações são do portal de notícias R7.

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