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Política Ministro do Supremo Alexandre de Moraes volta a ser alvo de pedidos de impeachment no Senado

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Os requerimentos acusam o ministro do STF de cometer irregularidades. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Relator do caso da trama golpista julgada no Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes voltou a ser alvo de uma série de pedidos de impeachment no Senado. Somente neste ano, seis petições de cidadãos e parlamentares encontram-se na Advocacia-Geral do Senado para análise de tramitação.

Os requerimentos acusam o ministro do STF de cometer irregularidades, questionam a multa aplicada por ele ao PL após as eleições de 2022, levantam suspeição da investigação sobre o ataque ao ministro em Roma e elencam acusações de crimes contra a liberdade de expressão.

A maioria dos pedidos não tem embasamento legal para justificar o impedimento do ministro no STF, servem apenas para tumultuar o Senado e, como todos os requerimentos anteriores, morrerão na praia.

Assinam as petições os cidadãos Fiorelo Ruviaro, Elena Yatiyo Tanaka, Aurino Barbosa da Silva, Jovi Vieira Barboza, Sérgio Augusto Pereira de Borjae e deputado federal Bibo Nunes (PL-RS).

Um dos nomes da direita para a disputa à Presidência, Ronaldo Caiado (União Brasil) sustentou que o impeachment de ministros do STF, defendido por setores do campo conservador, não atende aos interesses da população e deve ser um debate superado.

Em entrevista à coluna de Paulo Capelli, no portal Metrópoles, ele disse que não atuará pelo afastamento de Alexandre de Moraes caso assuma o comando do país. Dessa forma, o governador de Goiás diverge da família Bolsonaro, que intensificou as ações contra o Supremo com a ida de Eduardo para os Estados Unidos.

Disse Caiado: “Se nós continuarmos alimentando isso no Brasil, a quem interessa? A mídia não fala em outra coisa. Faz dois anos e quatro meses que o atual governo não governa, não trabalha. Só fala de 8 de Janeiro, e agora [a oposição] só fala em caçar ministro. A que ponto nós estamos chegando? Você acha que isso é governar o país? Você acha que isso é meta de campanha?”, criticou Caiado.

A declaração reforça que Caiado e Bolsonaro deverão caminhar separadamente no primeiro turno da eleição. Isso porque o ex-presidente só concederá seu apoio eleitoral no ano que vem a um candidato que defenda o impeachment de ministros do STF.

Ronaldo Caiado também condenou a persistência de agendas oriundas da polarização entre Lula e Jair Bolsonaro. “Não é questão de prejudicar o país, isso é uma questão de matérias que não devem estar na nossa pauta em relação às ações de governo”, avaliou. Para o governador, questões como o 8 de Janeiro são turbinadas por Lula para esconder maus resultados do governo.

“O que esse governo fez em dois anos e três meses que não fosse polarizar esse assunto? Ou seja, o Brasil não aguenta mais isso de ser caudatário de todos os países do Brics, um país que deixa a desejar. Então, o que se tem é essa pauta no Brasil e não se fala de outra coisa. Quer dizer, é importante, é relevante o julgamento de um ex-presidente? Sim. Agora, o 8 de Janeiro de 2023 está até hoje na pauta”, apontou Caiado, que é favorável à anistia. (As informações são do colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, e do portal Metrópoles)

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