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Política Pressionado, Lula reassume articulação política e vai até líderes da sua base

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No encontro para tratar da reforma ministerial, o presidente também falou com Hugo Motta, que comanda a Câmara. (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

O presidente Lula foi no fim da tarde dessa quarta-feira (2) na residência oficial do comando do Senado para, ao lado de Davi Alcolumbre (União-AP) falar com líderes de siglas da base aliada sobre a tão adiada reforma ministerial.

O encontro é uma das etapas do mergulho do petista na articulação política. Cobrado pela ausência no contato com o Congresso, o presidente mudou de estratégia e decidiu agir pessoalmente para garantir apoio a suas propostas no Parlamento.

Lula fará o mesmo movimento na Câmara. A ministra Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) participa dos dois encontros.

Como detalhado nesta semana no Conexão Globonews, o presidente fez questão que os encontros se dessem no ambiente mais ameno possível – por isso a residência oficial do Senado, e não o Planalto.

Ao desembarcar nas casas dos parlamentares, o petista também faz um gesto: é ele quem se desloca em direção ao Parlamento, não o contrário.

Pesquisa

O governo do presidente Lula é desaprovado por 56% dos eleitores brasileiros, aponta pesquisa Quaest divulgada neta quarta-feira (2). Esse é o pior índice desde o início do terceiro mandato do petista. No levantamento divulgado em janeiro, a desaprovação era de 49%.

Conforme a pesquisa, a aprovação do governo caiu de 47% para 41%, o menor patamar desde o início do atual mandato. 3% dos entrevistados não sabem ou não responderam. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

A pesquisa Quaest foi encomendada pela Genial Investimentos e realizada entre os dias 27 e 31 de março. Foram entrevistadas 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em todo o Brasil.

O levantamento mostra que, pela primeira vez, a aprovação e a reprovação de Lula estão tecnicamente empatadas no Nordeste: 52% aprovam e 46% desaprovam. A margem de erro nesse segmento é de 4 pontos para mais ou menos.

No Sudeste, a desaprovação do governo Lula está em 60% (era de 53% em janeiro), enquanto a aprovação é de 37% (era de 42%). A margem de erro é de 3 pontos para mais ou menos.

Entre os entrevistados da Região Sul, 64% desaprovam o governo petista (o índice era de 59% na pesquisa anterior), enquanto a aprovação é de 34% (era de 39%). A margem de erro é de 6 pontos para mais ou menos.

As regiões Centro-Oeste e Norte, apuradas em conjunto, apresentam leve oscilação tanto na desaprovação, que ficou em 52% (era de 49%), quanto na aprovação, que é de 44% (era de 48%). A margem de erro é de 8 pontos para mais ou menos.

 

 

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