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Últimas Rio Grande do Sul recebe primeiro lote de vacina com maior proteção contra variantes do coronavírus

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Imunizante deve ser aplicado a partir da semana que vem em moradores de instituições para idosos. (Foto: Divulgação/Pfizer)

O Rio Grande do Sul deve receber nesta quinta-feira (9), em horário ainda não definido, um primeiro lote da vacina bivalente contra covid. São 32,4 mil doses do imunizante, produzido pela Pfizer e que oferece proteção simultânea contra o coronavírus original e cepas derivadas – incluindo versões mais recentes da variante ômicron. O público-alvo inicial serão os moradores de instituições de longa permanência para idosos.

Conforme a Secretaria Estadual da Saúde (SES), a distribuição às 497 cidades gaúchas será realizada nos próximos dias, a fim de que a aplicação comece já na semana que vem. “No primeiro momento, a aplicação será ‘extramuro’, ou seja, as equipes de saúde irão até os locais contemplados”, explica a pasta.

O Ministério da Saúde programou o envio dos novos lotes nos dias 11 de fevereiro (226,8 mil doses), 18 de fevereiro (324 mil doses) e 1º de março (672,7 mil doses). À medida que esse cronograma for cumprido, a vacina bivalente deve chegar aos postos de saúde para aplicação junto aos demais grupos prioritários, de forma escalonada.

Logística de aplicação

O imunizante bivalente da Pfizer é recomendado a partir dos 12 anos e pertencentes aos grupos prioritários detalhados a seguir, mediante calendário progressivo:

– Fase 1: indivíduos a partir dos 70 anos, moradores e trabalhadores de instituições de longa permanência, pessoas com baixa imunidade e membros de comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas.

– Fase 2: pessoas de 60 a 69 anos de idade.

– Fase 3: gestantes e puérperas.

– Fase 4: trabalhadores da área da Saúde.

– Fase 5: indivíduos com deficiência permanente.

Esquema vacinal

Ao todo, mais de 3 milhões de pessoas no Rio Grande do Sul fazem parte dos grupos prioritários elencados pelo Ministério da Saúde para essas primeiras cinco etapas.

O esquema vacinal é de uma dose do imunizante bivalente – como reforço – para quem apresenta ao menos o esquema prévio de duas doses com vacinas monovalentes.

Já o intervalo para doses de reforço com vacinas bivalentes é de quatro meses da aplicação do esquema primário (básico) ou da última dose de reforço com vacina monovalente.

Para os indivíduos não classificáveis entre os grupos prioritários para vacina bivalente e que ainda estão com esquema incompleto de proteção contra covid (incluindo quem ainda não recebeu qualquer dose) a orientação continua a mesma: se dirigir a uma unidade de saúde pública para iniciar ou integralizar a imunização com fármacos monovalentes.

(Marcello Campos)

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