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Surpresa em Porto Alegre: Candidatura de Onyx com apoio de Bolsonaro?

Onyx Lorenzoni (E) e Tereza Cristina foram afastados temporariamente dos seus ministérios por Bolsonaro. (Foto: Agencia Brasil)

Retornando ao trabalho, o chefe da Casa Civil da Presidência da República, Onyx Lorenzoni, encontra-se em férias. Ao colunista, revelou que está retornando sábado: “estava há dois anos sem férias”, comentou Lorenzoni. Sobre o momento político, nenhum comentário por ora.

Cenários políticos

O presidente Jair Bolsonaro produziu os primeiros movimentos da reforma ministerial que pretende colocar em prática no início do ano. A remodelação da estrutura da Casa Civil faz parte destas mudanças. A curiosidade geral é saber se o novo formato da Casa Civil terá Onyx Lorenzoni no comando.

Perdas na estrutura

O anúncio de Bolsonaro, feito pelo Twitter, da demissão de dois secretários de Onyx Lorenzoni e a retirada do Programa de Parceria de Investimentos da Casa Civil são interpretados como um esvaziamento iniciado ainda em junho do ano passado. Foi quando a Casa Civil perdeu a função da articulação política, repassada ao ministro Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), e a coordenação jurídica, quando perdeu a Subchefia para Assuntos Jurídicos para a Secretaria-Geral da Presidência, comandada por Jorge OIiveira.

Projeto político na capital

Especula-se que a Onyx, parceiro de primeira hora de Bolsonaro, estaria reservado um projeto arrojado: disputar a prefeitura de Porto Alegre com apoio ostensivo do presidente da República. Seria a única exceção aberta por Bolsonaro na disposição de não se envolver nas eleições de 2020. Tudo especulação, por ora.

Eleição de 2008

Onyx já disputou a prefeitura de Porto Alegre em 2008, numa coligação que teve como vice Mano Changes, do PP. Na eleição vencida por José Fogaça (MDB), chegou em quinto lugar, à frente de Nelson Marchezan Júnior, que ficou em sexto.

A dinâmica da política

“Política é como nuvem. Você olha e ela esta de um jeito. Olha de novo e ela já mudou.”, dizia o saudoso ex-governador de Minas Gerais Magalhães Pinto.

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