Quinta-feira, 03 de abril de 2025
Por Redação O Sul | 24 de agosto de 2024
As forças da Ucrânia ganharam um novo impulso em agosto, com o recebimento de novas levas de armamento americano.
Foto: Planet Labs Pbc/ReproduçãoO Exército da Ucrânia afirmou que usou bombas planadoras de alta precisão fornecidas pelos Estados Unidos para atacar a região russa de Kursk. Kiev também apontou que suas forças conseguiram avançar e reconquistar territórios na região de Kharkiv, na Ucrânia.
Muitos dos países ocidentais que apoiam Kiev são contrários ao uso de armas fornecidas por eles para fins ofensivos. No entanto, a Ucrânia argumentou que a sua incursão em Kursk é essencialmente defensiva e visa minimizar os ataques em solo ucraniano a partir daquela região russa.
Autoridades dos EUA disseram que Washington apoia o uso pela Ucrânia de armas de curto alcance, como bombas planadoras, em seus ataques através da fronteira. Até agora, Washington proibiu apenas a utilização de mísseis ATACMS de longo alcance em ofensivas dentro da Rússia.
As forças da Ucrânia ganharam um novo impulso em agosto, com o recebimento de novas levas de armamento americano e início da ofensiva na região de Kursk, na Rússia.
A incursão revelou vulnerabilidades russas, mas também sobrecarregou ainda mais as forças ucranianas, que já lutavam numa linha da frente que se estendia por centenas de quilometros. O novo momento militar possivelmente comprometeu a capacidade da Ucrânia de conter as forças russas que ganharam terreno na região de Donetsk. Não está claro por quanto tempo o país conseguirá manter os territórios que conquistou de Moscou.