Terça-feira, 25 de fevereiro de 2025
Por Redação O Sul | 10 de março de 2016
A Expodireto Cotrijal oferece este ano 554 expositores, e o visitante, ao chegar na feira pode usufruir de estandes que apresentam produtos, serviços e principalmente capacitação. A UPF (Universidade de Pelotas) não ficou de fora nesta 17ª edição, que iniciou na segunda-feira (7) e termina amanhã (11) em Não-Me-Toque. Dentro do espaço montado pela Universidade, diversos setores exibem serviços da área vegetal, produção animal e biotecnologia, todas muito importantes para o mundo do agronegócio.
O Laboratório de análises de solos, adubos e plantas explica sobre o uso de fertilizantes, como por exemplo, o tipo de nutrientes e variedades de produtos para a fertilização nas produções rurais. Já o Laboratório de Física e Água do Solo apresenta as propriedades físicas do solo da sua propriedade.
Até um serpentário, integrante do grupo ISEPE, expõe seis espécies de cobras. Algumas nativas do País, e outras, do exterior, como a Cobra-do-Milho, natural do Estados Unidos. O coordenador da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária da UPF, Hélio Rocha, conta sobre a importância do animal para o ecossistema: “As serpentes não devem ser extintas do meio rural, pois eliminam pragas, como roedores, que fazem um estrago gigante nas produções”. E acrescenta: “A Universidade quer influenciar no equilíbrio, e quando se fala de equilíbrio, lembra-se da preservação de todas as espécies”.
A Universidade é ampla, segundo Rocha, e apesar de não ser só voltado ao meio rural, busca conhecer e ensinar sobre todos os animais antes que acabe destruindo o material e depois não poder estudá-los mais profundamente. “Estamos presentes para repassar o conhecimento ao produtor e também interagir diretamente com ele”, completa.
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